Assessoria de Assuntos Internacionais em saúde fortalecida para responder às demandas de ação internacional e do modelo de gestão do Ministério da Saúde.
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Vigência: |
19/05/2009 a 18/05/2014. |
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Contraparte: |
Assessoria de Assuntos Internacionais
do Ministério da Saúde |
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Principais objetivos: |
- coordenar a posição brasileira
nas sessões do Conselho Executivo da OMS, Assembléia Mundial da Saúde e no
Conselho Diretor da OPAS, assim como preparar, com base nos subsídios das
áreas técnicas do Ministério da Saúde, a participação da representação do
Governo brasileiro nessas instâncias;
- acompanhar o tratamento dos temas da
saúde nas agências do sistema das Nações Unidas, com foco prioritário na
Organização Mundial do Comércio (OMC) e na Organização Mundial de Propriedade
Intelectual (OMPI);
- apoiar, acompanhar e negociar as
propostas no âmbito: da Convenção da Biodiversidade/Protocolo de Cartagena;
da Convenção de Ramsar; da Convenção de Viena para a Proteção da Camada de
Ozônio/Protocolo de Montreal; do Programa das Nações Unidas Meio Ambiente
(PNUMA); da Convenção Proibição de Armas Biológicas (CPAB), da Convenção
Proibição de Armas Químicas (CPAQ), e Convenção Quadro de Mudanças
Climáticas;
- realizar e apoiar ações de cooperação
nas fronteiras; acompanhar o fortalecimento e manutenção do sítio MERCOSUL
SAÚDE; apoiar o processo de integração regional; apoiar a implantação e
implementação do Observatório MERCOSUL de Sistemas de Saúde; promover e
coordenar os temas da saúde relativos ao MERCOSUL (o SGT 11, a Reunião de
Ministros da Saúde e a Presidência Pró-Tempore); apoiar todos os países
membros no fortalecimento das capacidades nacionais e subregionais da UNASUL
para a condução, formulação, implementação e avaliação de políticas e planos
de longo prazo para responder aos problemas críticos em recursos humanos em
saúde;
- ser um instrumento facilitador e
estimulador de processos e projetos de cooperação técnica, educacional,
científica e tecnológica em saúde, nos eixos sul-sul, norte-sul ou ainda,
trianguladas, com outros países ou organismos internacionais; coordenar e
gerenciar as ações de assistência humanitária em saúde; acompanhar o
desenvolvimento dos projetos e facilitar os trâmites para sua execução; ser
um instrumento de difusão dos projetos e programas de cooperação no âmbito do
Ministério da Saúde (MS).
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