Estatinas: uso racional na cardiopatia isquêmica, v.1, n.10, 2004
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Dislipidemias (alterações nos lipídeos séricos) constituem fator de risco para aterosclerose e, conseqüentemente, doença coronariana. Dentre as medidas de prevenção primária e secundária de cardiopatia isquêmica encontra-se o uso do grupo das estatinas, agentes hipolipemiantes.
Erros: evitar o evitável, v.2, n.7, 2005
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Erros com medicamentos são mundialmente freqüentes, acarretando potencial de risco aos pacientes, e ocorrem devido a múltiplos fatores (características dos pacientes, despreparo dos profissionais de saúde, falhas nos sistemas de atendimento à saúde, insuficiente formação graduada e educação continuada dos diferentes profissionais, polifarmácia, uso de preparações injetáveis, automedicação e outros). No sentido de prevenir ou minimizar sua ocorrência e as possíveis conseqüências aos pacientes, enfatizam-se posturas e estratégias, mais coletivas que individuais.
DHDA, v.3, n.10, 2005
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O diagnóstico de distúrbio de hiperatividade e déficit de atenção (DHDA) precisa ser feito a partir de critérios bem definidos, bem como o de co-morbidade coexistente, já que há respostas terapêuticas diferentes em uma e outra condição. O tratamento específico por curto prazo com metilfenidato em crianças e adolescentes com DHDA parece controlar os sintomas centrais da doença, às custas de alguns efeitos adversos que comprometem o desenvolvimento estaturoponderal dos pacientes.
Depressão perinatal, v.4, n.11, 2006
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O balanço entre os efeitos nocivos da depressão perinatal ou do tratamento com antidepressivos, especialmente inibidores seletivos da serotonina (ISRS), sobre o feto e o recém-nascido é difícil de determinar com base nos estudos contemporâneos.
Depressão Maior: da descoberta à soluação?, v.1, n.5, 2004
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Depressão maior é um distúrbio afetivo freqüente, sério, incapacitante e tratável. Muitas vezes não é diagnosticado e, quando o é, pode não receber manejo adequado. Cada vez mais o manejo da depressão deve ser feito no âmbito da atenção primária à saúde. Para formas mais leves de depressão, tratamentos psicológicos estão indicados. Nas formas mais graves, recomenda-se farmacoterapia, coadjuvada por abordagens psicológicas.
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