Quanto é evidente a evidência em saúde? v.3, n.5, 2005
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“Se você quiser começar amanhã a mudar a prática e implementar a evidência, prepare-se bem: envolva o público relevante; desenvolva uma proposta de mudança que seja embasada em evidência, factível e atraente; estude as principais dificuldades para o sucesso da mudança e selecione um conjunto de estratégias e medidas em diferentes níveis ligados ao problema; sem dúvida, trabalhe dentro de seus recursos e possibilidades.
Paracetamol versus Dipirona: como mensurar o risco? v.2, n.5, 2005
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Quando dois medicamentos têm a mesma eficácia, recomenda-se o de maior segurança. Como exemplo do aproveitamento desses conceitos para orientar a prescrição medicamentosa, compara- se o risco associado a paracetamol e dipirona, quando usados em doses terapêuticas com finalidades analgésica e antitérmica. É importante mensurar a iatrogenia potencial, sobretudo quando o que motivou o tratamento são manifestações incômodas, mas pouco lesivas.
Osteoartrose de joelhos: Parte I, v.3, n.3, 2005
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Osteoartrose de joelhos é doença prevalente, com tendência a aumentar em vista do prolongamento da vida e do incremento da obesidade nos países ocidentais, a qual traz sérias conseqüências físicas e emocionais (dor crônica, incapacidade funcional, redução da qualidade de vida, risco de fraturas), bem como sociais e econômicas (diminuição da força de trabalho e custo com consultas médicas repetidas e medidas corretivas).
Osteoartrose de joelhos, Parte II, v.3, n.4, 2005
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Não há cura para a osteoartrose. A progressão da osteoartrose de joelho é a mais comum razão para substituição total desta articulação. Enquanto esta escolha não é feita, recomenda-se abordagem múltipla que envolve alternativas farmacológicas e não-farmacológicas.
Obesidade: Evidências e fantasias, v.1, n.3, 2003
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Obesidade não é apenas problema estético, mas importante fator de risco para doenças cardiovasculares, diabetes melito e outras condições. Sua prevalência tem aumentado no mundo, com notório comprometimento de crianças e adolescentes. Controle de obesidade não modifica taxas de mortalidade, mas previne e controla algumas doenças crônicas.
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