Políticas de atenção primária e reformas sanitárias
| Date added: | 01/08/2010 |
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Discute-se a avaliação de políticas de atenção primária, a partir da análise do caso de implantação do Programa Saúde da Família (PSF) em Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. Os resultados são apresentados em duas etapas. Na primeira, o programa foi contextualizado nas políticas municipais identificando-se sua percepção em nível de gestão. Na segunda, foram estudadas as práticas numa amostra de cinco equipes usando-se o acesso e a integralidade como categorias operativas.
| Date added: | 06/08/2009 |
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Publicação do Ministério da Saúde (2007) que evidencia a legislação federal da saúde e que expressa o acerto na definição por aquele Ministério de revitalizar a Atenção Básica à Saúde no Brasil.
(integra a Série Pactos pela Saúde, n.4).
Parâmetros para programação das ações básicas de saúde
| Date added: | 01/08/2010 |
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Este documento considerou para a elaboração dos parâmetros os seguintes pontos, entre outros: Os parâmetros internacionalmente reconhecidos baseados em dados da OMS e OPAS, para cobertura e produtividade assistencial nos países em desenvolvimento. O percentual médio de atendimento e incidências nacionais médias por especialidade aos usuários do SUS, nos últimos 3 anos. A necessidade de consultas e serviços complementares por especialidade (SIA/SUS), com base em estudos e pareceres de especialistas. Os parâmetros assistenciais, apresentadas pelos Estados. Estudos do Ministério da Saúde, realizados com a participação de técnicos de Secretarias Estaduais de Saúde.
Os Médicos na Atenção Básica no SUS, encontros e desencontros com os Gestores de 50 Municípios
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Neste trabalho, os autores desenvolvem uma pesquisa qualitativa sobre quais são, na opinião dos mais de 50 gestores das zonas noroeste e sul do Estado de Rio Grande do Sul, os principais problemas para a construção do SUS nos municípios. Dois problemas foram considerados como os mais importantes: O papel do médico na atenção básica e a dificuldade para conseguir realizar diagnósticos e procedimentos de média e alta complexidade. Centralizando o estudo sobre os médicos os autores detectam que 100 % dos gestores consideram o médico como o principal responsável pela baixa qualidade da atenção clínica e atribuem isto à má preparação fornecida pela maioria das escolas de medicina.
Oficina: Avaliação da Atenção Básica - Estratégias de institucionalização
| Date added: | 01/08/2010 |
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Sumário executivo da oficina sobre Atenção Básica, realizada no VII Congresso ABRASCO, em julho de 2003.
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Setor de Embaixadas Norte, Lote 19, 70800-400 Brasília, DF, Brasil |