| Lançamento da Rede de Institutos Nacionais de Câncer (RINC/UNASUL) |
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O Representante da OPAS/OMS Brasil Diego Victoria, participou junto ao Senhor Ministro de Saúde Dr. Alexandre Padilha; ao Diretor Executivo do Instituto Sul-Americano de Governo em Saúde - ISAGS, Dr. José Gomes Temporão; ao Diretor do Instituto Nacional do Câncer - INCA, Dr. Luiz Santini, na mesa de abertura do lançamento da Rede de Institutos Nacionais de Câncer (RINC/UNASUL), coordenada pelo INCA e com o apoio da OPAS/OMS.

Na ocasião foi elaborado e discutido o plano de trabalho da Rede para o próximo ano como proposto pelos países na última reunião da UNASUR ocorrida na Argentina em setembtro de 2010.
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A Rede de Institutos Nacionais de Câncer (RINC/UNASUL) foi constituída pelo Conselho de Ministros da Saúde da UNASUL SAÚDE em 25 de julho de 2011, através da Resolução 04/2011.
Coordenador: Luiz Antonio Santini
Secretário-executivo: Marco Porto
Assessor de comunicação: Walter Zoss
Endereço: Praça Cruz Vermelha, 23 - 4º andar - CEP 20230-130 Rio de Janeiro-RJ
Telefone: 5521- 3207 1415 - email: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
1. Objetivo
Somar esforços regionais para trabalhar em rede visando ao fortalecimento da prevenção e controle integral do câncer na região da Unasul e nos demais países da América Latina
2. Ações Estratégicas
A proposta de um Plano de Tabalho foi apresentada na primeira reunião técnica da RINC, realizada no Rio de Janeiro, em 26 de julho de 2011, e destaca as seguintes ações:
•incorporação das linhas de trabalho da Aliança da América Latina e Caribe para o Controle do Câncer;
•implantação, avaliação e desenvolvimento de registros de câncer;
•projetos para as prioridades nacionais de cada país participante;
•fortalecimento dos Institutos Nacionais de Câncer da Unasul e dos demais países participantes;
•capacitação de recursos humanos.
3. Histórico
A Aliança da América Latina e Caribe para o Controle do Câncer é reconhecida como o embrião da RINC/UNASUL. Ela surgiu durante a realização do 2º Congresso Internacional de Controle do Câncer, no Rio de Janeiro, em 2007, com as seguintes prerrogativas:
•necessidade de cooperação regional , identificada em reuniões anteriormente realizadas no México e no Rio de Janeiro e apoiadas pela Sociedade Norte-Americana de Câncer (ACS).
•identificação de desafios comuns para o controle do câncer na região;
•criação de oportunidades para os países com programas bem-sucedidos e compartilhamento das melhores práticas entre os membros da Aliança.
Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, México, Nicarágua, Peru e Uruguai formaram a Aliança, representados por institutos nacionais de câncer, ministérios da Saúde, sociedades de oncologia e pesquisadores. Muitos esforços foram empreendidos na criação de uma comunidade de práticas para o controle do câncer, com ações em áreas prioritárias como o controle do tabagismo e dos cânceres de mama e do colo do útero.
Alguns resultados alcançados pela Aliança foram:
•realização do Simpósio Internacional de Detecção Precoce do Câncer de Mama , no Rio de Janeiro, em 2009;
•instalação da Rede de Bancos de Tumores da América Latina e Caribe em 2008;
•revitalização da Rede Ibero-Americana de Controle do Tabagismo (Riact);
•reuniões para melhoria da qualidade dos Registros de Câncer, organizadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), Agência Internacional para Pesquisa do Câncer (Iarc), Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e União Internacional para o Controle do Câncer (UICC) no Equador (2008) e no Brasil (2009), envolvendo 12 países da região;
•a organização do Serviço de Qualidade em Radiações Ionizantes
•o incentivo à formação da Rede Estados Unidos – América Latina para Pesquisa do Câncer (US-LA CRN), estabelecida em 2009, com cinco países da Aliança e os EUA.
Os avanços alcançados pela Aliança demonstraram a necessidade de se buscar maiores conquistas:
•institucionalização;
•compromisso formal dos respectivos governos;
•regras claras para seu funcionamento;
•criação de uma infraestrutura permanente de apoio;
•ampliação de parcerias.
Com o Tratado Constitutivo da UNASUL, firmado em 2008, e a criação do Conselho de Saúde Sulamericano - UNASUL Saúde, composta por ministros da saúde dos 12 países participantes, surgia um novo caminho para que fossem constituídas redes operativas, geridas e reguladas por instrumentos formais, visando à colaboração produtiva nessa área. Uma dessas redes foi o Instituto Sulamericano de Governo em Saúde (Isags).
A RINC/UNASUL começou a se formar a partir da orientação do Comitê Coordenador do Conselho de Ministros da Saúde da Unasul Saúde para criar uma rede de institutos ou programas nacionais do câncer que viabilizassem a adoção de estratégias comuns de prevenção e controle da doença no região da UNASUL (ata da reunião de 2 a 4 de março de 2010, no Rio de Janeiro). Esta decisão foi ratificada no mês seguinte, durante a reunião do Conselho de Ministros de Saúde em Cuenca, no Equador (ata da reunião de 30 de abril). O Brasil foi incumbido de realizar a primeira reunião técnica da RINC/UNASUL no Rio.
Reunidos em Buenos Aires para a criação do INCA Argentina, em setembro de 2010, representantes da Aliança e de outras instituições de câncer, formalizaram sua intenção de constituir a Rede de Institutos Nacionais de Câncer da UNASUL (Declaração de Buenos Aires).
O Instituto Nacional de Câncer do Brasil foi eleito para organizar a primeira secretaria executiva e elaborar um Plano de Trabalho, articulado com o Plano Quinquenal da Unasul Saúde.
4. Documentos
•Ata da reunião do Comitê Coordenador do Conselho de Ministros da Saúde da UNASUL SAÚDE, de 2 a 4 de março de 2010
•Ata da reunião do Conselho de Ministros da Saúde da UNASUL SAÚDE, de 29 e 30 de abril de 2010
•Resolução 04/2011 de 25/7/2011 do Conselho Sulamericano de Saúde da UNASUL SAÚDE que constitui a RINC/UNASUL
Fonte: INCA
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