| II Fórum Nacional de Competitividade da Cadeia Produtiva Nacional |
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O Instituto Brasileiro de Ação Responsável, em colaboração com o Senado Federal, promoveu, no dia 2 de dezembro de 2010, no Auditório da Interlegis, em Brasília, DF, o II Fórum Nacional de Competividade da Cadeia Produtiva Farmacêutica no Brasil.
O evento contou com a participação de representantes do Governo Federal e do Congresso Nacional, além de instituições do terceiro setor e empresas da área de fármacos e medicamentos. A iniciativa proporcionou um espaço de discussão sobre a produção farmacêutica brasileira e apontou a necessidade de fortalecimento das políticas públicas no setor.
A abertura do Fórum ficou a cargo da diretora executiva da Agência Íntegra Brasil e presidente do Instituto Brasileiro de Ação Responsável, Clementina Moreira Alvez. Para o moderador do debate e diretor do Centro de Relações Internacionais em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Dr. Paulo Buss, o Fórum trouxe a contribuição de representantes de destaque na área mas deveria também buscar a participação das universidades brasileiras e da sociedade.
O Ministério da Saúde foi representado pelo Secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Dr. Reinaldo Guimarães (foto) que afirmou, em sua apresentação, que o mercado farmacêutico nos últimos anos tem crescido em patamar semelhante ao da China. Apresentou ainda os avanços e desafios futuros para o Complexo Industrial da Saúde, lembrando inovações importantes com a criação do Grupo Executivo do Complexo Industrial da Saúde (GECIS) e a Rede Brasileira de Avaliação de Tecnologia em Saúde (REBRATS).
Outro ponto importante citado pelo Secretário foi a produção de medicamentos genéricos. Segundo ele, os genéricos são o componente mais dinâmico da indústria farmacêutica, considera ainda, os preços dos genéricos muito alto no Brasil se comparado com outras nações do mundo.
Segundo o Diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Dr. Dirceu Barbano (foto), a instituição possui um importante papel no setor farmacêutico, pois garante a qualidade dos medicamentos produzidos no Brasil. Ressaltou ainda, que, apesar das dificuldades, principalmente relacionadas a falta de estrutura e de recursos humanos, os medicamentos produzidos no País, em fábricas reguladas pela Anvisa, são da mesma qualidade dos feitos nos principais países do mundo.
Por fim, o deputado federal Paulo Piau (PMDB/MG) (foto) da Frente Parlamenta de Pesquisa e Inovação, criada em 2007, comentou que o Brasil precisa avançar no marco regulatório do setor tecnológico e de inovação.
Participou do evento representando a Organização Pan-Americana da Saúde / Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS no Brasil), a consultora para a área do Complexo Industrial e Inovação em Saúde, Giselle Calado.
Para mais informações sobre o evento, programação e apresentações dos palestrantes, acesse o site.
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