| 1° Encontro Brasileiro para Planejamento do Projeto RS10 sobre Segurança no Trânsito. |
No dia 12 de Março desse ano a OPAS/OMS no Brasil discutiu um projeto interistitucional para promoção da segurança no trântiso no Brasil no contexto do 1° Encontro Brasileiro para Planejamento do Projeto RS10 sobre Seurança no Trânsito.
O encontro reuniu diversos setores do governo brasileiro (Ministério da Saúde, Ministério das Cidades/DENATRAN, Ministério da Justiça/Policia Rodoviária Federal, Casa Civil , Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas, SENAD, Ministério das Relações Exteriores, Conselho Nacional de Secretários de Saúde, Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde) e instituições acadêmicas de pesquisas relacionadas com o tema (Núcleo de estudos em Violência/NEV/USP e CLAVES/FIOCRUZ). A OMS estava representada pela Dra. Alison Harvey (Departamento de violência e prevenção de lesões da OMS) e o escritório regional, pela Dra. Eugênia Rodrigues (Assessora Regional para Segurança no Trânsito da OPAS/WDC).
Na agenda do dia foi apresentado o projeto RS10 pela OMS e seus parceiros, GRSP (Global Road Safety Partnership) , JHU (Johns Hopkins University) e a EMBARQ (World Resource Institute for Sustainable Transport) e o Ministério da Saúde, Ministério das Cidades,SENAD (Secretaria Nacional de combate as Drogas) e Ministério da Justiça, apresentaram a política brasileira para promoção da segurança no trânsito.
O encontro foi para esclarecer aos parceiros brasileiros com será o processo de trabalho do projeto RS10 para a segurança no trânsito, como também para fortalecer as estratégias brasileiras já existentes para redução de mortes no trânsito e prevenção de lesões.
Após esse momento foi pensado uma agenda de trabalho interistitucional , alguns fatores de risco para lesões e mortes no trânsito, como também que cidades brasileiras poderia ser sedes do projeto.
Além do Brasil o projeto RS10 para segurança no trânsito está sendo desenvolvido em outros 9 países : Rússia, Turquia, China, Egito,Índia, Camboja, Quênia, México e Vietnã, que foram selecionados levando em consideração as suas taxas de mortalidade elevada, o apoio político, e a disponibilidade para a intervenção. As intervenções incidirão sobre dois principais fatores de risco .
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