| A Organização Mundial de Turismo (OMT) desenvolveu em Brasília um seminário sobre gestão de riscos e crises no turismo com participação da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) |
Com a participação da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), autoridades nacionais e internacionais de turismo e setores relacionados discutiram as melhores estratégias de prevenção e gestão de crises nos dias 23 e 24 de setembro, em Brasília (DF), no contexto do Seminário das Américas sobre Gestão de Riscos e Crises no Setor do Turismo, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.
O evento reuniu responsáveis pelo planejamento do turismo em âmbito nacional, representantes do setor privado, além de autoridades dos países membros da Comissão Regional da OMT para as Américas.
Durante o seminário, as autoridades nacionais e internacionais compartilharão seus conhecimentos sobre Identificação e Prevenção de Riscos, Coordenação e Planejamento em Situações de Crises, Instrumentos da Gestão de Crises e a Comunicação em Situações de Crises. Em nome da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde OPAS/OMS, o Dr. Alfonso Tenorio Gnecco apresentou as ferramentas de avaliação de eventos de saúde pública de interesse internacional no contexto do Regulamento Sanitário Internacional RSI (2005) e os pontos de encontro intersetorial para prevenção e resposta a riscos.
O Diretor Regional para as Américas da OMT, Carlos Vogeler, destacou que são muitos os pontos de interesse comum que há entre a OMT e a OMS e as oportunidades de trabalhar conjuntamente nas situações de crises tratadas no seminário.
Durante o evento, o gerente do Programa de Gestão de Riscos e Crises da OMT, Dirk Glaesser, destacou que as redes de gestão de crises devem ser construídas sobre estruturas já existentes e permanentes. "As ações devem ser rápidas, eficientes, confiáveis, sólidas e a comunicação deve ser regular", enfatizou Glaesser.
Segundo Glaesser, como as crises não são situações normais, não adianta somente montar uma estrutura de gestão de crises, é preciso saber colocá-la em prática. "Os simulacros – treinamentos - permitem comprovar de antemão se todos os atores envolvidos na rede agiriam corretamente no momento de crise", finalizou.
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