A publicação “Saúde nas Américas”, da Organização Pan-Americana da Saúde, foi lançada no dia 18 de Outubro, durante a Mesa redonda “Evidências epidemiológicas e a Vigilância em Saúde” na 12ª ExpoEpi, em Brasília (DF, Brasil). Na ocasião, Dr Marcos Antonio Espinal Fuentes (Gerente de Vigilância da Saúde e Prevenção e Controle de Doenças da OPAS-WDC) informou que se trata de importante publicação da OPAS/OMS, divulgada a cada cinco anos, com o objetivo de discutir os principais avanços e desafios para o setor saúde na Região das Américas.




Todos os anos, o Prêmio de Excelência em Saúde Pública Interamericana, promovido pela Fundação Pan-Americana para a Saúde e Educação (PAHEF) e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), reconhece profissionais, programas, instituições e organizações inovadoras que buscam avanços na saúde nas Américas, especialmente na América Latina e Caribe. Os prêmios, criados em 1975, são reconhecidos em nas Américas como uma premiação de prestígio e um marco profissional na carreira daqueles que se dedicam a melhorar a saúde pública no Hemisfério Ocidental. O programa consiste em seis prêmios que destacam aspectos importantes para a saúde pública e que incentivam o crescimento da próxima geração de líderes que trabalham para melhorar a saúde nas Américas.
Seminário Internacional discute, na perspectiva da melhoria das liberdades tomando por base as capacidades humanas de Amartya Sen, os indicadores sócio-econômicos e de saúde pública dos últimos dez anos, que revelam a melhoria das condições sociais, econômicas e demográficas dos países da América Latina e do BRICS. O Seminário Panorama Latino Americano das Capacidades Humanas na Perspectiva do Desenvolvimento, realizado na sede da Organização Pan-Americana da Saúde, em Brasília, DF, em março de 2013, possibilitou a discussão de um conjunto de textos produzidos em 2012 pelo Observatório Internacional de Capacidades Humanas, Desenvolvimento e Políticas Públicas/Observatório de Recursos Humanos gerido pelo Núcleo de Estudos em Saúde Pública da Universidade de Brasília (NESP/UnB), com o apoio da OPAS/OMS.
A Doença Falciforme engloba um grupo de anemias hemolíticas hereditárias caracterizadas pela alteração estrutural da hemoglobina. É causada por uma modificação (mutação) no gene (DNA) que, em vez de produzir a hemoglobina A produz uma hemoglobina chamada S. Caso uma pessoa receba de um dos pais o gene para hemoglobina S e do outro o gene para hemoglobina A, ela não terá a doença e sim o traço falciforme. A Doença Falciforme tem relevante presença na população brasileira. Estima-se que nasçam, por ano,