Aprovada a Estratégia e Plano de Ação em Saúde Urbana


Os países da Região das Américas, com o apoio da OPAS/OMS, desenvolverão ações para atender às necessidades sanitárias da população das cidades, que representam quase 80% da população total.

Assim se manifestaram hoje os Estados Membros da Organização Pan-americana da Saúde, através da aprovação de uma estratégia e plano de ação sobre saúde urbana, durante o 51o. Conselho Diretor da OPAS, que acontece em Washington, DC, até o dia 30 de setembro.


A estratégia considera que as mudanças na vida urbana têm consequências para a saúde e requerem atividades multisetoriais para enfrentá-las. Abordará temas como a contaminação do ar e a poluição sonora, as mudanças climáticas, os comportamentos saudáveis, os ambientes saudáveis, os espaços para recreação e atividade física, a segurança humana, a urbanização inclusiva, a infraestrutura urbana e a violência.

O crescimento urbano não planejado exerce pressão sobre os serviços básicos, o que dificulta que os governo cumpram a tarefa de atender às necessidades da população, explica a estratégia. Isso traz vários risocs, como os relacionados com os fatores ambientais, sociais e epidemiológicos, e os desastres, assim como condições que afetam a segurança da população.

Enquanto em 1950 a população urbana mundial representava 29% do total (732 milhões), em 2008 – e pela primeira vez na história – mais da metade das pessoas vivia em zonas urbanas, segundo as Nações Unidas.

Estima-se que essa proporção vai aumentar para 70% até 2050.

 
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