A Ministra Oda apresenta projeto de 18 milhões de dólares canadenses para melhorar a saúde de mulheres e crianças nas Américas

Esse projeto de 18 milhes de dólares canadenses contribuie ao trabalho do Canadá para salvar as vidas de mães e crianças nos países em desenvolvimento, através de um compromisso de cinco anos da Iniciativa Muskoka, que já comprometeu 2.850 milhõs de dólares canadenses para projetos que buscam reforçar os sistemas de saúde ao nível da comunidade, combater doenças e melhorar a nutrição.

Mediante esse projeto de três anos denominado “Melhora da saúde e aumento da proteção contra doenças transmissíveis para mulheres, crianças e populações excluídas e em situação de vulnerabilidade na América Latina e Caribe”, a OPAS se focalizará em três componentes para ajudar aos países a melhorar seus sistemas de saúde: a prestação de serviços de saúde, os sistemas de informação sanitária e a governança. O projeto priorizará as atividades a nível nacional em 11 países da América Latina e do Caribe onde as brechas e necessidades são maiores.

O respaldo do Canadá a esse projeto implicará na implementação das recomendações do informe da Comissão de Informação e Prestação de Contas sobre a Saúde de Mulheres e Crianças das Nações Unidas, que foi apresentado a semana passada em Nova York. A Comissão foi presidida pelo Primeiro Ministro canadense, Stephen Harper, e pelo presidente da Tanzânia, Jakaya Mrisho Kikwete.

Durante seu discurso, a Ministra Oda exortou os países a ler esse relatório e ajudar a acompanhar o cumprimento das promessas dos doadores, fazer seguimento aos progressos e relatar os resultados obtidos para melhorar a saúde de suas populações.

“O respaldo das Américas para implementar as recomendações será crítico para melhorar os resultados em saúde para crianças e mulheres na Região. As recomendações assegurarão que a prestação de contas e o relato dos resultados aumentem os esforços globais para salvar as vidas de mães e crianças”, disse a Ministra Oda. “Este projeto ajudará 11 países da América Latina a colher a informação necessária e a melhorar a capacidade local para melhorar os serviços de saúde no país”, acrescentou.

 
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