A doutora Chan pede aos países que “façam a diferença na saúde das mulheres


Em seguida ao anúncio da Ministra de Cooperação Internacional do Canadá, Berverley Oda, sobre o projeto de cooperação com a OPAS, a diretora-geral da Organização Mundial da Saúde, Margaret Chan, destacou a necessidade de “mostrar resultados” ao assumir compromissos desse tipo.

A doutora Chan frisou que em muitas ocasiões se fala muito mas se faz pouco. Ela indicou que por um lado os doadores nem sempre cumprem com o que prometem, mas em outras ocasiões os que recebem essas doações não concluem o que prometeram fazer. “É importante que os países demonstrem resultados, que melhorem a saúde das mulheres; com o que sabemos, nenhuma delas devería morrer hoje em dia durante o parto”, sentenciou.

A doutora Chan asseverou que o secretário-geral das Nações Unidas lhe entregou a tarefa de formar um grupo de especialistas independentes com a finalidade de prover aos líderes de todo o mundo a informação que lhes permita tomar decisões e melhorar as políticas para assegurar a saúde de mães e crianças. A doutora Chan convidou a Michelle Bachelet, diretora da ONU Mulher, a integrar-se a esse grupo. Bachelet, presente na sala, aceitou.

“Façamos a diferença na saúde das mulheres. Só nos restam quatro anos para 2015″ quando se deve cumprir com o Objetivo de Desenvolvimento do Milênio 5, que se refere a melhorar a saúde materna, disse Chan. “Vamos fazer a diferença”, finalizou.

 
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