“A Organização Mundial da Saúde está fazendo este processo de reforma para servi-los mejor”, afirmou a diretora-geral da OMS, doutora Margaret Chan. Ela esclareceu que “esta reforma não está sendo feita porque a OMS esteja quebrada”.
A diretora da OMS afirmou que a reforma visa melhorar o trabalho de coordenação e a enfrentar o fato de que é uma organização sobreextendida e com fundos limitados. Explicou que anualmente recebem entre 20 e 28 resoluções para executar, mas não os fundos suficientes para levá-las adiante. Indicou ainda que por essa razão se está convidando aos Estados Membros a que contribuam con seus pontos de vista.
A diretora da OMS afirmou que a Região das Américas tem uma característica que a diferencia das outras regiões, já que tem mais de 100 años de experiência. Isto pode fazer com que tenha muitas particularidades ao momento de aplicar a reforma à OMS, disse.
A doutora Chan enfatizou que esta discussão sobre o futuro da OMS no é para conseguir mais fundos dos países, mas que se trata de definir prioridades e linhas de ação e trabalho, e a partir daí resolver o financiamento da organização.



